sexta-feira, 3 de janeiro de 2025

2025 Anos de Fé Cristã: Um Marco na História e na Espiritualidade - RESUMO

 O ano de 2025 marca um momento histórico para a fé cristã, simbolizando 2025 anos desde o nascimento de Jesus Cristo. Este marco é uma oportunidade para cristãos ao redor do mundo refletirem sobre a evolução da sua fé, o impacto do cristianismo na civilização e os desafios futuros para a igreja cristã. Este artigo explora de forma resumida os principais eventos históricos, as transformações sociais e espirituais proporcionadas pelo cristianismo, bem como o significado atual desta fé para bilhões de pessoas. Em breve aprofundaremos os temas.

A fé cristã teve início no primeiro século, com os ensinamentos de Jesus Cristo na região da Palestina, então sob domínio do Império Romano. Considerado o Filho de Deus, Jesus reuniu um pequeno grupo de seguidores e pregou mensagens de amor, perdão e salvação.

Após sua morte e ressurreição, os apóstolos continuaram a disseminar sua mensagem, dando origem ao que hoje chamamos de Igreja Cristã. Os primeiros cristãos enfrentaram perseguições intensas, mas sua fé permaneceu firme, crescendo rapidamente ao longo do Império Romano e além.

Marcos Históricos do Cristianismo


    1. Conversão de Constantino e o Edito de Milão (313 d.C.)

A conversão do imperador romano Constantino à fé cristã foi um ponto de virada. Em 313, ele promulgou o Edito de Milão, que legalizou o cristianismo, permitindo sua livre prática.

2. Concílio de Niceia (325 d.C.)

O Concílio de Niceia estabeleceu doutrinas fundamentais do cristianismo, incluindo a definição da Trindade. Este evento unificou a fé cristã em um período de divisão teológica.

3. Idade Média e o Poder da Igreja

Durante a Idade Média, o cristianismo tornou-se a principal força espiritual e política na Europa. As catedrais góticas, as universidades medievais e os escritos de teólogos como Santo Agostinho e Tomás de Aquino foram marcos desse período.

4. Reforma Protestante (1517)

A Reforma Protestante liderada por Martinho Lutero desafiou as práticas da Igreja Católica, levando ao surgimento de várias denominações protestantes.

5. Expansão Global do Cristianismo

Com a colonização, missionários levaram o cristianismo para África, América, Ásia e Oceania. Este movimento transformou o cristianismo em uma religião global.

O Impacto do Cristianismo na Civilização

O cristianismo influenciou profundamente a arte, a música e a literatura. Obras-primas como a "Última Ceia" de Leonardo da Vinci e os hinos de Johann Sebastian Bach foram inspiradas por esta fé.

A Igreja Cristã desempenhou um papel vital na educação, criando universidades e preservando o conhecimento durante a Idade Média. Além disso, a ética cristã inspirou movimentos abolicionistas e de direitos humanos.

Cristianismo em 2025

Hoje, o cristianismo continua a ser uma das maiores religiões do mundo, com mais de 2 bilhões de seguidores.

Existem várias denominações cristãs, incluindo católicos, protestantes, ortodoxos e grupos evangélicos. Essa diversidade reflete a capacidade do cristianismo de se adaptar a diferentes culturas e contextos.

A igreja enfrenta desafios como a secularização em países ocidentais, perseguições em algumas regiões e a necessidade de integrar tecnologia e novas formas de evangelização.

O marco de 2025 anos de fé cristã é uma oportunidade de reflexão para os fiéis. A mensagem central do cristianismo – amor a Deus e ao próximo – continua a inspirar milhões, mesmo em um mundo em constante mudança.

A comunidade cristã é essencial para manter viva a fé. Congregações, grupos de oração e missões desempenham um papel vital na propagação da mensagem de Cristo.

Olhar para o futuro significa continuar a promover a justiça social, a paz e a unidade entre as diferentes tradições cristãs. A igreja também deve ser um porto seguro para aqueles que buscam significado em tempos incertos.

Celebrar 2025 anos de fé cristã é mais do que um marco histórico; é um chamado para renovar a fé, fortalecer a espiritualidade e continuar a missão de espalhar a mensagem de amor e esperança de Jesus Cristo. Que este momento inspire cristãos em todo o mundo a refletirem sobre sua fé e a contribuírem para um mundo melhor.

 

sexta-feira, 20 de abril de 2018

Escapa-te por tua vida, não olhes para trás de ti e não pares na campina. Gn. 19.17- 14-04-18

Foi dada a Ló uma nova chance de salvar a sua vida e sua família. Abraão imaginava que a família de Ló tivesse alguns descendentes, por isso a sua oração foi tão veemente. Assim como Ló, incorremos em pecados que nos coloca em perigo e ficamos indecisos em romper as barreiras do pecado e seguir a direção que o Senhor nos mostra. 
É mais fácil acomodar-se e ficar usufruindo das benesses do mal, sem atinar para um tão grande livramento que o Senhor nos quer dar. A oração de intersecção que fazemos por nós e nós pelos irmãos são bem vistas por Deus. Uma decisão depende da oração intercessória de um cristão justo e pronto a interceder pelo próximo e o Senhor intervém. “A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos (Tg 5.17)”.   
Devemos deixar de ser egoístas e buscarmos no exemplo de Abraão o altruísmo, tão difícil de ver em na comunidade cristã, pra nos preocuparmos mais com os outros do que com nós mesmos. Se estou forte, talvez meu irmão não esteja na mesmo situação e necessita do meu apoio espiritual para que ele possa vencer a batalha espiritual que está vivendo. É fácil? Não, não é. Atualmente nós não temos tempo pra nos preocuparmos com o próximo.  Estamos mais preocupados com nossos problemas e sonhos que nos esquecemos de estender a mão e ajudar o nosso irmão do lado. Só pensamos no próximo quando somos nós mesmos os necessitados de oração. Aí, vamos enxergar o nosso próximo pra implorar e pedir a sua intercessão ao Senhor para nos livrar do mal. Jesus nos exortou a orar em todo o tempo, incansavelmente, incessantemente para que o mal não nos alcançasse e nem aos nossos irmãos. 
A igreja como um todo precisa se unir na oração uns pelos outros para que juntos, vençamos o mal. A união nos fortalece e nos faz mais que vencedores. Abraão intercedeu por Ló e pela cidade, pois achava que a família de Ló havia crescido e tinha muitos descendentes. Por isso a sua insistência. Mas, ele tinha intimidade com o Senhor. Uma intimidade tal que se atrevia a pedir com insistentemente. O relacionamento de Abraão com Deus era indiscutivelmente muito especial. E nós? O quão próximos estamos de Deus? Qual a nossa intimidade com Ele? 
É imprescindível que tenhamos essa intimidade com o nosso Deus. Dependemos D’Ele para viver e romper as barreiras das dificuldades. Dependemos D’Ele para vencer as hostes do Inimigo. Dependemos D’Ele, pois, somos D’Ele e só com Ele podemos escapar das ciladas malignas e preservar as nossas vidas. Devemos estar atentos para não sucumbir ao pecado e escapar da mira dele para não perdermos a nossa coroa.

O Senhor os abençoe abundantemente.

Amém!!!

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

As Manifestações do Espírito Santo-03-09-17

Antes de tecer considerações sobre as manifestações do Espírito santo, devemos considerar que, ser cheio do Espírito Santo não é ser batizado com o Espírito Santo, mas um depende do outro. O crente pode estar batizado, porém, não estar cheio do Espírito. Por essa razão vemos muitos crentes batizados com o Espírito santo, provocando escândalos no meio cristão, pois não são cheios do Espírito e, consequentemente não cultivam os frutos do Espírito. O ideal é que tenhamos as duas experiências em nossas vidas: Precisamos estar cheios e ao mesmo tempo batizados com o Espírito. Assim não escandalizamos ninguém e podemos ser usados para abençoar muitas pessoas. Já os dons do Espírito são dados por Deus à igreja para edificação dos santos. 
O Espírito Santo se manifesta na igreja de várias maneiras desde o pentecostes, quando desceu sobre os crentes de maneira evidente com sons como de vento e línguas como que de fogo. Os dons foram dados à igreja como presentes também para do propagação do evangelho. Essa experiência do batismo com o Espírito Santo se repete nos dias atuais na igreja como evidência da Sua presença em nossas vidas. Não tanto quanto nos dias de pentecostes, pois o som como que de vento e línguas como de fogo, não se repetirão mais em nosso meio. 
Não foi vento e tampouco fogo. O que encheu a casa foi o som, não algum vento. Aquilo foi apenas uma comparação e o fogo, não era literal provocado por algo em combustão, era um fogo transcendental e grandioso. Isso para evidenciar a ocasião. Para que os dons do Espírito se manifestem no crente e, para ele comportar-se decentemente, ele precisa ser cheio do Espírito.  Quando estamos cheios do Espírito Santo, nós produzimos os frutos do Espírito: amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio (Gálatas 5:22,23) e experimentamos a presença de Deus constantemente em nosso coração.

domingo, 30 de julho de 2017

Ester, a esperança -08-11-16


Havia uma festa. Nos momentos finais dessa festa o rei Assuero, já bastante alterado pela bebida desenfreada, queria mostrar a sua rainha aos príncipes, talvez para despertar a inveja deles, pois ela era uma mulher muito bela. Mas, a rainha Vasti recusou-se a se apresentar ao rei, pois ali no recinto pomposo estavam todos bêbados pelo consumo desenfreado e irrestrito de álcool (Et 1:7, 8) que  não era incomum nessas ocasiões. O que o rei queria era entreter os seus convidados com a presença da rainha, presença essa totalmente masculina e bastante embriagada e ela não estava disposta a servir de espetáculo. O rei não aceitou e, incentivado por conselheiros, a destituiu do cargo, isto é, divorciou-se dela e buscou no império, algumas jovens lindas e virgens. Assuero, pelo visto, não tinha muito amor por sua esposa. Só em pensar em ridicularizá-la pelos príncipes e depois, ao ouvir os conselhos, deixa claro que não tinha amor pela esposa. Isto abriu caminho para Ester. Ela não foi voluntariamente ao palácio do rei. A convocação se deu por decreto real. A jovem Hadassa nem de longe poderia supor que a sua estada na Babilônia iria salvar o seu povo. A razão por Mardoqueu não deixar a menina revelar a sua origem era para salvaguardar a sua vida ali na imponente Susã. No palácio havia jovens de diferentes partes do império e, cada uma delas tinha o propósito ou sonho de se tornar a rainha daquele império ou, na pior da hipótese, favorita do rei. Guardar segredo, nesse caso, foi o melhor conselho que ela recebeu, pois a prudência é uma virtude. A história não conta, mas, pode ter acontecido muitas armações entre elas tentando derrubar a possível oponente. Rivalidades nesse tipo de seleção são muito comuns nos dias atuais, que dirá naqueles dias...   Ao se tornar rainha, através do primo Mardoqueu, descobre o complô contra os judeus, e imediatamente convoca, através dele, três dias de jejum e oração para poder chegar ao rei. Mesmo assim com certo receio, pois havia trinta dias que o rei não a chamara. Missão cumprida, ela se apresenta ao rei. Apesar do livro de Ester não mencionar o nome de Deus, Ele está implicitamente ligado a cada ação do povo ali no cativeiro e, por que não dizer, na vida da jovem judia. Tudo o que transcorreu naquele lugar foi na direção do Senhor e na glorificação do Seu nome. Todos os atos, até o mais simples foi direcionado por Deus, pois Ele preparou a situação e o seu povo decidiu agir. Em todo o livro vemos a Mão de Deus guiando as atitudes daqueles que estão dispostos a não ceder à luta. Ester e Mardoqueu mostraram que num mundo que respirava idolatria, a fé em um único Deus pode fazer a diferença. Ao sentir que a prima estava reticente, Mardoqueu então lhe responde: “... Não imagines no teu íntimo que, por estares na casa do rei, escaparás só tu entre todos os judeus. Porque, se de todo te calares neste tempo, socorro e livramento de outra parte sairá para os judeus, mas tu e a casa de teu pai perecereis; e quem sabe se para tal tempo como este chegaste a este reino? (Et 4:13,14)”. Lembremos-nos de Ester, como um instrumento nas mãos de Deus a fim de livrar o povo hebreu da destruição iminente. Todos nós somos instrumentos de Deus e, mesmo que às vezes Ele fica em silêncio e não responde de imediato as nossas orações, Ele está bem perto de nós nos ouvindo e nos guardando. Devemos estar preparados, pois não sabemos o momento que Ele vai nos usar para os Seus propósitos. Hadassa foi para Susã sem saber ao certo o porquê e pra onde estava indo, mas Deus, onisciente, já tinha tudo preparado. Em Todo o tempo Ele está presente pra livrar o Seu povo. Mesmo quando muitos de nós pensamos que não está perto Ele está bem presente. Ester contribuiu para que a nação judaica não fosse aniquilada no cativeiro babilônico. Deus, em sua Presciência, providenciou um fato veraz importante: A continuação do Seu povo dentro da Babilônia e, consequentemente a sua preservação. E, por gerações e gerações, Ester é reverenciada como a mulher que, se expondo ao risco, deixou a fé falar mais alto.
Que o Senhor os abençoe abundantemente.

Amém

quinta-feira, 25 de maio de 2017



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Se Deus é luz e não suporta o mal e as trevas. Como, então, explicar o mal?

Se Deus é bom, por que existe o mal no mundo?
Este é um dos questionamentos mais sérios da criatura humana.

Deus não é, e nunca foi o autor do pecado, porque Deus é amor. Através desse Seu atributo, Ele deseja relação pessoal com aqueles que possuem Sua imagem e semelhança - o homem. E a bondade de Deus "é o atributo em razão do qual Ele concede a vida e outras bênçãos às suas criaturas" (SI 25.8; Rm 2.4).


O escritor Myer Pearlman oferece-nos uma resposta satisfatória quanto à existência do mal, do sofrimento do homem e do amor de Deus:
1- Deus não é responsável pelo mal.
Na verdade, todo sofrimento que há no mundo é consequência da desobediência deliberada do homem (Rm 5.12);

2- Sendo Deus Todo Poderoso, o mal existe com Sua permissão;

3- Deus é tão grande que pode fazer o mal cooperar com o bem;

4- Deus formou o Universo segundo as leis naturais, e estas implicam na possibilidade de acidentes, se desobedecidas; e


5- E bom lembrar sempre que tal não é o estado perfeito das coisas, pois na vida futura Deus mostrará a razão de Seus tratados e ações. Por ser soberano, o Senhor tem o direito absoluto de governar e dispor de Suas criaturas como lhe apraz.

Deus criou, no eterno passado, aquele a quem as Escrituras Sagradas chama de "Estrela da Manhã", "Estrela da Alva" (Is 14.12; Ez 28.12-16), ou seja, um anjo poderoso que habitava no Jardim do Éden (esta Terra). E também chamado de "         Lúcifer" (o que dá luz). Estes são a mesma personalidade, e Deus o criou perfeito em seus caminhos e como chefe dos querubins, era o maior dentre todos os querubins por ser destinado a comandar a exaltação e a glorificação de Deus, o Criador do Universo (Gn 3.24; Ez 28.14). Porém, o orgulho, o egoísmo e as ambições desordenadas tomaram conta dele ao ponto de investir contra Deus para usurpar-Lhe o trono (Is 14.13).

Foi esse pecado que o transformou de anjo de luz em Satanás, o Diabo, o pai da mentira e de todo o mal que grassa no mundo.
Assim, pelo pecado da inveja e do orgulho, foi Lúcifer destronado das mansões celestiais com seus anjos, transformando-se nesse ser repugnante de todos, conhecido como "Diabo" (Ez 28.19; Jd 6).

Originado no céu, foi na obra prima da criação que Satanás desencadeou todo um processo de degeneração da bondade de Deus no coração do homem (Gn 3.6,7,14-19).

Na harmonia do céu, no eterno passado, Deus tinha um cooperador em Sua obra de beneficência e que poderia apreciar Seus propósitos e participar de Sua alegria ao dar felicidade aos seres criados - Cristo, o Unigénito do Pai, que poderia penetrar em todos os conselhos e propósitos de Deus (Pv 8.22-30; Mq 5.2). O Pai (Deus) operou por Seu Filho na criação de todos os seres celestiais (Cl 1.16) e tem a primazia sobre todos eles.

O ódio de Satanás contra a humanidade referia-se em astúcias e tentações levando o homem à morte eterna. Mas a bondade de Deus é que todos cheguem ao arrependimento e o dom gratuito de Deus é a vida eterna, e só o sangue de Jesus Cristo pode operar em nós a vitória sobre o mal.


Fonte: Jornal Mensageiro da paz – Setembro de 2012 / Reverberação: Subsídios EBD
Texto: Pr. Nemuel Kessler 
                                                     
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terça-feira, 2 de maio de 2017

O pecado-04/04/2015 Pois o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor. Rm. 6. 26

 O nosso relacionamento com o Senhor deve ser de tal maneira excelente que não nos faça olhar para o outro lado. Porque o inimigo de nossas vidas luta, torce e usa de artifícios pra nos afastar de Deus. Com isso nos induz ao pecado. O que é o pecado? Em grego é hamartia, em hebraico existem três ramificações: Chatta´ah ou chatta´th. Significa a separação entre o homem e Deus. O pecado torna a pessoa feia, sem atrativos que possa chamar a atenção do Senhor. Num primeiro momento, ele aparece bonito, chamativo, atraente, desejável... Assim como Eva no Jardim do Éden, nós também somos facilmente dominados pelo pecado. Uns mais outros menos, mas nem por isso menos perigoso. Ele age do mesmo jeito, destruindo as bases cristãs e tirando a pessoa da presença de Deus. O pecado destrói relacionamentos importantes em nossa sociedade. Casamentos, amizades, empregos... Todo tipo de relações são traídas pela proximidade do pecado. Muitas pessoas acreditam e, até afirmam que certas situações não as atingem, eu mesmo sou assim, ledo engano. Nem todas as áreas da nossa vida estão protegidas contra o pecado. Jesus disse para que vigiássemos. A constante vigilância é primordial para não sermos apanhados de surpresa, mas mesmo assim, mesmo vigiando, escorregamos. A vigilância às vezes se torna uma armadilha, nos levando pra longe do Senhor, pois nos tornamos refém de nós mesmos. Mesmo vigiando, o mal pode nos pregar uma peça e entrar em nosso íntimo através dos nossos olhos e pensamentos. Mesmo buscando ao Senhor, podemos nos desviar repentinamente e manter em nossos pensamentos coisas que não agradam. Dos pensamentos aos olhos, ouvidos, boca mãos e pés.  De que maneira? Fixamos em nossas mentes imagens e os olhos insistem em querer ver coisas que não nos convém ver, ouvimos o que não devemos e, muitas vezes é a voz do próprio diabo sussurrando em nossos ouvidos “conselhos” malignos iguais aos conselhos dado a Eva no Jardim do Éden. A nossa boca é para cantar salmos e hinos ao nosso Deus, mas na maioria das vezes só conseguimos falar asneiras. Uma vez que os olhos e ouvidos não conseguiram manterem-se castos, o corpo inteiro padece e nos levam para o buraco. Nossas mãos ao invés de adorar ao Senhor são usadas para outros fins nada condizentes, praticando coisas abomináveis. Nossos pés, se não os controlarmos, nos carregam pra lugares nefastos e nada condizentes com a vontade do Senhor. E quando estivermos lá, nada nos fará voltar. Muitos tentam, com esforços pessoais a deixar as coisas mundanas para trás, mas é humanamente impossível alguém voltar com suas próprias forças. O Espírito Santo está sempre atento esperando um clamor, como o filho pródigo, para ajudar. Jesus disse que sem Ele nada poderíamos fazer. Não podemos nos livrar do pecado sem a ajuda do Senhor. Quando deixamos a Casa do Pai, o pecado e suas ramificações nos circundam de tal maneira que não temos forças pra sair de suas garras. A nossa caminhada para o alvo, Cristo, deve ser com a esperança de que fomos perdoados e agora estamos numa posição privilegiada, pois cada um de nós temos ou fizemos coisas da qual nos envergonhamos e vivemos tensionados pelo que fomos e devemos ou queremos ser.  E somente o Senhor pode nos livrar de cometê-los novamente. Temos de esquecer as culpas passadas e viver unicamente pra frente olhando para o alvo que é Jesus. Só assim os resquícios de pecado serão tirados de nós. Se buscarmos ao Senhor com convicção as arestas serão aparadas. Se lutarmos por algo e não conseguir, não é motivo pra querer voltar atrás. Não é motivo pra abandonar a fé. Paulo sentiu isso na carne. Ele achava que tinha perdido os gálatas para o mundo. Só achava. Mas, com fé e perseverança os alcançou para Cristo. Ele foi honrado pelo Senhor porque tinha convicção de que conseguiria atingir a meta. E conseguiu. Nós também conseguiremos.
O Senhor os abençoe abundantemente
Amém!



sábado, 29 de abril de 2017

O Filho pródigo-27-04-17


 E disse Jesus: Um certo homem tinha dois filhos. E o mais moço deles disse ao pai: Pai dá-me a parte da fazenda que me pertence. E ele repartiu por eles a fazenda. Lucas 15.11 e 12
Fugir: Essa é a opção daqueles que não querem enfrentar a realidade das responsabilidades. Aquele jovem estava com os olhos fitos no mundo, como muitos na comunidade cristã e não têm mais o vigor cristão dos primeiros tempos. O jovem da parábola estava enfastiado da vida na roça e queria algo mais. Queria conhecer outras situações. Queria sentir-se livre e ser olhado de forma diferente. Talvez aquele pai só tivesse olhos para os negócios e não olhava para os filhos. Talvez...  O jovem pediu e prontamente foi atendido sem questionamentos. Com certeza doeu no coração daquele pai. Sentiu-se alijado da vida do seu filho ao vê-lo querer ir pra longe das suas asas. Jesus também fica triste quando um dos seus filhos deixa a congregação dos justos e sai perambulando pelo mundo em buscas de desejos e suas concupiscências. Mal sabem eles que as consequências são terríveis. O jovem foi pra cidade e lá, embevecido pelas novidades, gastou todo o dinheiro da herança. De repente viu-se despido, sem nenhuma cobertura financeira. Com a falta de dinheiro, acabaram-se as amizades, pois todos lhes deram as costas. Por sua vez, agora sozinho, o nariz, que outrora vivia empinado, aponta para o chão. Saiu de casa abastado e com a certeza que ia se dar bem, ter sucesso, bebidas,  mulheres, carrões, mordomos e tudo o mais. Pura ilusão. Assim também acontece com muitos desavisados que, em busca de prazeres, se perdem nas sarjetas de um mundo que não tem piedade de ninguém. Um mundo que jaz no maligno. E se dentro da congregação e nos braços do Mestre é cercado por tribulações, imaginem fora da presença do Mestre? Não demorou muito e aquele jovem estava pedindo esmolas. Só que ele não era um coitadinho. Era orgulhoso, se considerava melhor que os outros que trabalhavam com ele, não tinha respeito nem por si próprio e nem por ninguém. Era um rebelde sem causa. Na fazenda, não suportava ser diminuído e achava o trabalho estafante. Lá no mundo, os trabalhos são pesados e cansativos, mas pensando no “lazer” mundano, os diversos filhos pródigos não vem o perigo que correm. Não enxergam as armadilhas e só veem benesses. Após o deslumbre, o jovem da parábola, foi até o nível mais baixo e, desejando comer a comida dos porcos, lembrou-se da sua casa e de seu pai e, quase morto, arrependeu-se e desejou voltar. Muitos não têm a chance de voltar.  Outros, se arrependem e demoram a voltar  e, quando voltam, chegam maltrapilhos, doentes, sentindo-se um lixo. Assim estava o jovem da parábola. Desejou e voltou imediatamente para participar da mesa farta do seu pai, onde o alimento é sempre sadio e fortificante. Ali ele teria o abrigo que lhe faltou no mundo, o aconchego do lar. Ali, lembraria que no mundo só tem “amigos” os que têm dinheiro. Faltou o dinheiro, faltaram os “amigos”.
Que o Senhor os abençoe abundantemente

Amém

quinta-feira, 23 de março de 2017

Deus é fiel Sei estar abatido e sei também a ter abundância; em toda a maneira e em todas as coisas, estou instruído, tanto a ter fartura como a ter fome, tanto a ter abundância como a padecer necessidade. Fl 4. 12- 26-10-16

 


 Andar com Deus é uma jornada difícil, tão difícil a ponto de muitos desistirem ao primeiro sinal de sofrimento. Muitos se esquecem de que escolher Deus é virar as costas pra tudo aquilo que fazia parte do nosso modo de viver. É mudança de atitudes para sermos melhores do que somos e essa mudança é bastante dolorida.  Deus quer nos transformar em pessoas melhores, mas não queremos a mudança e resistimos. Ele quer nos forjar no fogo, como o oleiro forjando o barro. O oleiro amassa o barro, quebra a massa e amassa de novo e vai forjando até sair do jeito e forma que ele sonhou. E nós, quando somos quebrados e amassados pelo Oleiro, dói e dói demais. E quem suporta a dor, transforma-se numa pessoa melhor, mais preparada para enfrentar os vaivéns da vida. A semente, ao romper a casca em que está envolta, sofre uma violência altíssima e, quando irrompe é uma grata surpresa. Daí em diante, ela cresce exuberante e sem ligar para as condições desfavoráveis do que a cerca. Nós fomos feitos á imagem do Senhor e, como imagem d’Ele devemos enfrentar o mundo e vencê-lo. Somos ou não somos herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo (Rm. 8.17)? Se nós somos herdeiros do céu, porque nos abater diante da circunstancias infelizes? O apóstolo Paulo passou por situações difíceis, mas manteve a fé e venceu. Não se entregou ao primeiro movimento contrario do vento. Nós, por qualquer ventinho damos socos no ar e blasfemamos contra os céus. Devemos seguir os ensinamentos do Mestre e firmamo-nos nas suas palavras para termos ânimo para ir em frente. É melhor ter um pouquinho com fé do que muito sem fé alguma. Olhando para a carta aos Felipenses, vemos um homem que tinha tudo pra viver nababescamente, mas por amor a Cristo, se despojou dos bens materiais para levar o evangelho alem terras. Na cosmovisão de Paulo, ele via muitos pecadores precisando de redenção e, para levar essa redenção era necessário libertar-se das amarras que o prendiam ao passado no farisaísmo, quando perseguia os cristãos e tinha uma vida abastada. O interessante nele é que deixou de lado o seu conhecimento escolar para receber sabedoria de Deus, e assim, conseguir vencer. Passou duras provas, sofreu, passou dificuldades, fome, frio, nudez, chorou aos pés do Mestre, mas mesmo assim não deixou que a sua fé fosse abalada. Nós cristãos, não sabemos suportar as provações, não sabemos enfrentar as dificuldades, não suportamos privações, só sabemos ter abundância, saúde, dinheiro, alegrias e, quando falta tudo isso, nos sentimos nus, nos sentimos abandonados por Deus. Não temos a estirpe do apóstolo Paulo ou de outros servos da antiguidade. Quando nossas orações não são atendidas nos revoltamos e dizemos que Deus “não existe” ou nos esqueceu. Que era melhor ter continuado lá no mundo e não ter vindo para a presença d’Ele, igualzinho ao povo hebreu no deserto do Sinai, quando dizia ser melhor voltar e morrer no Egito. Estamos quase despreparados pra ser crentes, pois não importa apenas aceitar a Cristo como Seu Suficiente Salvador, mas também seguir Seus passos e aprender a suportar tudo o que Ele suportou, pra podermos chegar lá na frente e podermos dizer como o amado apóstolo: “Posso tudo naquele que me fortalece (Fl. 4.13)”. E também encher o peito e o coração e bradar: “Sei estar abatido e sei também a ter abundância; em toda a maneira e em todas as coisas, estou instruído, tanto a ter fartura como a ter fome, tanto a ter abundância como a padecer necessidade” (Fl 4. 12- 26-10-16). Só assim poderemos dizer que somos realmente cristãos forjados no fogo do Espírito Santo.
Que o Senhor os abençoe abundantemente,
Amém!!!

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Janeiro 13, 2017 08:38:43 PM

†Subsídios EBD

INICIOSEITAS E HERESIASPERGUNTASESTUDOSAPOLOGIANOTÍCIASVÍDEOSAPOSTILASESCOLA DOMNICAL
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Ioga é uma forma espiritual de se alinhar com divindades do hinduísmo, conforme explica Beth Eckert, uma ex-bruxa convertida ao cristianismo.

"Eu sei que há uma enorme controvérsia em torno da ioga", disse Beth em seu blog. "Parece ser uma ótima maneira de ficar saudável, alinhar seu corpo e seu espírito, mas não se deixe enganar”.

Beth praticou ioga por muitos anos, mesmo depois de se tornar cristã, por acreditar que a prática era inofensiva. “Levei algum tempo para perceber que era uma prática espiritual e que essa espiritualidade não era compatível com o único e verdadeiro Deus. Fui crescendo em minha relação com Jesus Cristo e comecei a perceber que não dá para desconectar a natureza espiritual da prática da ioga”, disse ela.

Ela observa que as religiões orientais sempre foram populares por serem permeadas de cores, artes e sentimentos positivos. No entanto, cada uma dessas religiões é baseada em princípios espirituais alinhados com deuses e deusas.

“Práticas como ioga, meditação, kung fu, karate, acupuntura, mantras, mandalas, reiki e feng shui são baseadas nesses ensinamentos espirituais ou princípios que incorporam os deuses e deusas. Há um só Deus, e Ele é Aquele que criou os céus e a terra. Qualquer outro ‘deus’ é como Satanás: quer se tornar semelhante a Deus, a fim de ganhar poder e controle sobre a humanidade”, ela explica.

Beth afirma que a ioga, em particular, é muito perigosa por causa do impulso que ganhou até mesmo dentro da igreja. “Quando eu cresci em minha relação com Jesus Cristo, eu entendi que ioga era uma prática espiritual para convidar demônios”, ela explica. “Cada ioga específico tem o propósito alinhar seu espírito e sua alma com diferentes divindades. Ela canaliza o espírito kundalini através de sua coluna, que dizem ser a salvação de seu corpo. O espírito kundalini é conduzido pelo poder da deusa Shakti, do hinduísmo”.

Para os cristãos que atualmente praticam ioga, Beth aconselha: “Tire um tempo para se dedicar à oração, pedindo a Deus para revelar a Sua verdade para você. Devemos trazer tudo diante do Senhor Jesus Cristo para enxergarmos as coisas a partir de um ponto de vista muito maior que o nosso”.



“Deus não odeia nenhuma pessoa que tenha feito ou está fazendo ioga”, observa. “Ele entende os corações e as mentes das pessoas e sabe porque nós escolhemos fazer as coisas que fazemos. Ele quer que tenhamos uma revelação ainda mais profunda de Seu Espírito. Somente através dessa liberdade poderemos verdadeiramente experimentar e conhecer o coração de Deus e Seu amor por nós. O diabo quer roubar isso de nós e nos convencer que suas artes obscuras são realmente saudáveis e boas”.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE CHARISMA NEWS

sábado, 12 de novembro de 2016

Mariana - Rio Doce - Agonia-26-10-16

 Mais uma vez estamos à beira de outra tragédia. O estouro da barragem de Fundão em Mariana, que matou 19 pessoas, destruiu várias cidades e dizimou o Rio doce, novamente ameaça. Enquanto todos ficam de braços cruzados, a tragédia se anuncia como um fantasma permanente na vida das pessoas. Não apenas os ribeirinhos foram afetados, mas toda a nação sofre com esse sinistro que foi o maior acontecido no mundo, com respeito às mineradoras.  O desastre mexeu com uma das economias mais rentáveis e imprescindíveis dos municípios por onde passa o rio. Centenas de pessoas que dependem do pescado foram prejudicadas e, não só os pescadores, mas o comércio também foi afetado.
Destruir um rio é destruir vidas. Quando olhamos para o rio doce, chegamos à triste conclusão de que ele não se recuperará nessa geração e nem na próxima, isso na opinião dos mais otimistas. O quadro é trágico, mas todos agem como se não tivesse a menor importância e nem ligam para o sofrimento alheio. Afinal, não é o bolso deles que está em perigo... A cena de um rio, outrora vivo e esplendoroso, com centenas de peixes mortos boiando em meio à lama, chocou, não só  a nós os capixabas, mas todo o país e também o mundo. Hoje assistimos espantados que nenhuma ação concreta está sendo feita para estancar a ganância. O que vemos é decretação e mais decretação de multas que parecem não surtir nenhum efeito conclusivo. Daqui a pouco a mineradora volta a operar, trazendo mais riscos à população que está sendo alocada em outro assentamento.
Se empresas que cometem crimes ambientais fossem embargadas e impedidas de funcionar, outras não iriam pelo mesmo caminho destruindo a natureza e destruindo vidas. O que impede essa ação é o assédio do dinheiro que antes de cegar o entendimento, enchem os olhos cobiçosos. Até parece que ficam torcendo para acontecer tais coisas para encher os cofres públicos de money: Dinheiro no bolso, dane-se os outros.

A barragem de Fundão ainda está escoando lama e prestes a estourar novamente. Basta apenas uma chuva torrencial na região. Se isso acontecer, todos os planos à longo prazo estarão perdidos e o rio doce... Nunca mais.

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Lágrimas de amor - Jesus chorou-João 11.35

 Algumas pessoas imaginam um Jesus austero, um Jesus sisudo, um Jesus sempre pronto a castigar, distante...  O nosso Jesus é sim rígido no que diz respeito à santidade e ao pecado, mas acima de tudo, carrega em si a nossa humanidade, pois carregando as nossas dores e fraquezas, sentiu na pele o nosso sofrimento, sentiu na pele o nosso horror e se colocou numa cruz por nossos pecados. O nosso amado Mestre está sempre perto, bem do nosso lado prestando atenção em todos os detalhes, vendo as nossas ansiedades, nos confortando nos momentos em que pensamos até em desistir... E quão triste Ele fica quando deixamos a Casa do Pai... Por isso, quando chorou estava antevendo como seríamos, qual seria o nosso comportamento com nossos irmãos da fé, quando o clima fica um pouco conturbado. Muitas vezes, não suportando a dor, vem a tristeza e o choro. E Ele está sempre perto escutando as nossas lágrimas e colhendo-as... Quando alguém chora, o coração está se derretendo de tanta tristeza... A alma está de tal maneira triste que se desmancha em lágrimas... Tantas coisas deixaram o coração do mestre pesaroso, por isso chorou. Chorou de tristeza por Jerusalém, pois ao entrar na cidade “viu” o seu cerco e a sua destruição anos depois e pelas almas que pereceriam, (no ano 70 da era cristã, no cerco da cidade pelos soldados romanos). Chorou também pelo sacrifício que estava prestes a passar pela humanidade, para livrar do cativeiro do pecado o homem pecador e, selar definitivamente na cruz a nossa dívida (Cl. 2.14). Chorou por aqueles que ali estavam bajulando-O nos dias bons e que na hora do perigo O abandonariam. Ele sabia que O abandonariam. Chorou silenciosamente pelos que o negariam... Chorou com a alma. As lágrimas caíram sorrateiras, silenciosas... E o Pai escutou. Ouviu aquelas gotas silenciosas e o confortou. Não passou D’Ele o cálice, mas o confortou. Uma lágrima, por mais silenciosa que seja Ele ouve. E pega essas gotículas minúsculas e transforma em diamantes preciosos. Jesus chorou por Lázaro, seu amigo de longa data, por mim, por você... Chorou, ao olhar pelos séculos adiante, e ver-nos rebeldes e relutantes em aceitá-lo. Chorou porque, sendo enfermos espirituais, esnobamos a sua presença em nós. Chorou por nós que O aceitariam e O negariam no primeiro momento de aflição.  Derramou as lágrimas no passado por um povo para quem estendera as mãos constantemente e esse povo lhe virou as costas. Um povo tirado da escravidão, pequeno, pobre e sem perspectiva de nada, se não fora o Senhor, não existiria. (Mas, mesmo assim ainda existe uma esperança para eles). Chorou pelas vidas futuras que o trocariam, não por trinta dinheiros, mas por um prato de lentilhas, a saber, as drogas e seus derivados, a prostituição e suas mazelas, os vícios e suas doenças... Tudo isso O fizeram entristecer. Tudo isso tocou o Seu coração fazendo-O derramar as lágrimas, pois as lágrimas traduzem o que vai à alma. Jesus sentiu o nosso coração, as nossas dores e angústias e se desmanchou.  Foram lágrimas benditas, as lágrimas de Jesus.
Que o Senhor os abençoe abundantemente
Amém!!!


quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego-Rm 1.16-04-06-2016


O evangelho de Nosso senhor Jesus Cristo é poderoso, pois através dele muitas almas alcançam a salvação e muitas enfermidades são curadas, muitas vezes até durante a pregação da palavra.  O mundo está imerso no pecado e, por isso, carente de ouvir as boas novas do evangelho. Creio que se todos os crentes se juntassem numa só força e propósito muitas almas se salvariam, mas muitos se acovardam. Falta-lhes a cosmovisão que tinha o apóstolo Paulo. Falta mais fé, pois bastava apenas um clamor sincero e o inimigo de nossas almas cairia por terra. Na guerra têm os que vão e os que ficam atrás. Nenhum é mais importante que o outro. Os que estão à frente da batalha correm tanto perigo quantos os que ficam na retaguarda. O ataque inimigo é feroz do mesmo jeito e intensidade.  Não podemos ir todos e, os que ficam que fiquem em oração, vigilantes em todo o tempo que os outros estiverem no campo de batalha. Lembram-se de Moisés na batalha contra os amalequitas? Enquanto Israel lutava, onde estava o líder dos hebreus? Porventura não estava no cimo do Monte com os braços erguidos ao céu clamando ao Senhor? Quando ele cansava e deixava os braços cairem, Israel era suplantado. Quando erguia novamente, o povo de Deus ganhava alento. Foi preciso Hur e Aarão suster seus braços levantados pra que o povo do Senhor ganhasse a guerra. Que isso quer dizer?  Quer dizer que a união no clamor, na intercessão faz um efeito tremendo.  Não fosse a ajuda providencial de Hur e Aarão a história do povo de Deus seria outra. Se imaginássemos o que éramos antes de conhecer essas boas novas, correríamos a levá-las aos que necessitam de cura, conforto e salvação. O homem estava perdido, num mundo devastado pelo pecado, mas o Senhor teve misericórdia e o levantou do pó da terra e fez nova criatura.  A busca de Deus pelo homem pecador começou com o envio de Abraão, tirando-o do meio do seu povo para levá-lo a uma terra desconhecida. Com esse gesto, o nosso Deus nos fez vislumbrar, através do patriarca, um mundo novo. Um mundo diferente. Mas, com a indiferença de Israel o Senhor voltou os olhos para nós os gentios. E o evangelho, regado com muitas lágrimas, sendo a expressão da graça de Deus manifestada em Jesus Cristo, nos alcançou através dos apóstolos. E o apóstolo Paulo, enviado pelo Espírito Santo, não sentiu vergonha desse evangelho e o expandiu pelos quatro cantos do mundo antigo. Mas, muitos cristãos, diferentes dele, tinham e têm vergonha do evangelho. Alguns se escondem nele para alcançar vantagens. Mas, por esse mesmo evangelho, o amado servo do Senhor foi açoitado, humilhado, passou fome, frio, acusações, privações... E nem assim calou a sua voz. Levou-a por muitos lugares distantes, bem longe, para tirar da escravidão vidas preciosas, mesmo que para isso, tivesse que ser preso. E, através de sua prisão, ganhou muitas almas para o Reino de Deus, creio até que muito mais do que quando estava livre.  Muitos ainda se esquivam de ouvir os sermões e o apóstolo disse bem em suas palavras, inspiradas pelo Espírito Santo: “O deus deste século cegou o seu entendimento...” Cegando-lhes o entendimento, tira também o discernimento espiritual com filosofias descabidas e falsos ensinamentos fazendo-os crer que podem tudo. O antagonismo entre a fé e a razão é imenso. A fé diz para crer somente, independente das circunstâncias. Já a razão, questiona e põe milhares de obstáculos entre uma questão e outra, preferindo ficar do lado da ciência. O evangelho de Cristo tem o poder de deitar no chão todas as razões e as retóricas dos que se dizem inteligentes, dos que se dizem sábios, pois a visão dos que se dizem especiais nada é senão pura ilusão. Pois a visão abre a mente para o entendimento. Satanás sabendo disso e, o sabe muito bem, cegou o entendimento dos homens para que eles não enxergassem as verdades do evangelho, pois sabendo a verdade alcançam a liberdade de espírito. Assim como Paulo, não devemos ter vergonha do evangelho, pois esse mesmo evangelho penetrou em nossas entranhas como lanças embravecidas, espadas frementes, flechas ensandecidas, serrotes furiosos e outras ferramentas empunhadas por mãos de loucos endemoniados. Ceifaram a vida dos mártires que levaram as mensagens divinas por lugares distantes, sem ter a certeza que voltariam. E muitos não voltaram, pois foram covardemente martirizados. Nós fazemos parte de um povo vitorioso, pois o nosso Deus é Vitorioso. Cada um de nós tem uma tarefa no corpo de Cristo. Cada membro do nosso corpo tem uma função, mas todos em conjunto transformam a obra do Senhor em uma máquina maravilhosa. Um braço sozinho pode alguma coisa? Ou a mão, o pé, os olhos, os rins, o fígado... ? O conjunto de órgãos faz o corpo funcionar e a união dos crentes faz a noiva de Cristo triunfar. E cada um, desempenhando o papel que lhe couber na obra, fará a diferença.
Que o Senhor os abençoe abundantemente,
Amém!!!


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terça-feira, 14 de junho de 2016

Digo, pois: porventura, rejeitou Deus o seu povo? De modo nenhum! Porque também sou israelita, da descendência de Abraão, da tribo de Benjamim. Rm. 11. 1 (07/12/2014

  Durante muitos anos o Senhor guiou o povo de Israel como um pai leva o seu filho pela mão direita, livrando-o dos perigos que porventura aparecessem no caminho.  Não poucas vezes, interferiu na história do povo para preservá-los. Ao sair do cativeiro egípcio, abriu o Mar Vermelho, para que Faraó não o aniquilasse e conseguiram atravessar o mar em seco chegando do outro lado. Ainda que o Senhor não houvesse dado a lei, eles tinham os ensinamentos orais de Abraão e Jacó, pois, naquela época a condição primordial para a salvação era a fé e através das escrituras orais, pois antes de Moisés não havia nada escrito, o povo cria pelo ouvir as histórias contadas pelos seus anciãos. Apesar da rebeldia, e tantos judeus rebeldes pelo mundo, Deus continua levando o seu povo no coração e a própria Palavra afirma que ele e somente ele, o povo de Israel, é a menina dos Seus olhos e nada e nem ninguém pode destruí-lo.  Olhando para a história vemos que muitos tentaram lançar mão de Israel, mas, Deus, com braço forte o fez ficar de pé, mesmo no cativeiro. Israel é um povo formado por Deus, e assim que acontecer o arrebatamento da igreja de Cristo, Deus se voltará para Israel e os judeus se voltarão para Deus e muitos serão redimidos e se reconciliarão com Ele. E todo aquele que se voltar contra o Seu povo amado será aniquilado, pois Ele mesmo afirmou: “Eu farei de ti uma grande nação; abençoar-te-ei, e engrandecerei o teu nome; e tu, sê uma bênção. Abençoarei aos que te abençoarem, e amaldiçoarei àquele que te amaldiçoar; e em ti serão benditas todas as famílias da terra” GÊNESIS 12:2-3. Essas palavras foram proferidas para Abraão, o primeiro judeu na face da terra.  Mas, por extensão a todos os que vieram após ele. E hoje, apesar das perseguições, apesar das maldições proferidas por alguns governantes que desconhecem as Escrituras, o povo de Israel continua debaixo das mãos do Senhor dos Exércitos. É um povo pequeno, insignificante aos olhos do mundo, mas que venceu guerras impossíveis e de modo inacreditável: A Guerra dos 6 dias, contra Egito, Síria, Jordânia, apoiados por Kuwait, Arábia, Argélia e Sudão é uma dessas   e foi vencida em 132 horas. Ocorreu entre 05 e 10 de junho de 1967, e foi a mais consistente resposta árabe à fundação do Estado de Israel, apesar do estado sionista ter saído como grande vencedor. A mão de Deus sustenta Israel e o defende de todas as articulações que os seus inimigos arquitetam. Independente do número de integrantes, Israel vence os seus adversários como um homem.  Ele não rejeitou e nunca rejeitará o Seu povo tirado do Egito com braço forte. Desde a destruição de Jerusalém pelo General Tito, Israel não teve sossego. Foram dispersos pelo mundo, perseguidos, aprisionados, acusados de crimes que não cometeram, queimados em fogueira e, uma leva aniquilada nos campos de concentração nazistas. É um povo que sofre, agoniza, dobra, mas não se quebra. E no devido tempo, o próprio Senhor o restaurará.
Que o Senhor os abençoe abundantemente
Amém!!!


domingo, 5 de junho de 2016

Guarda o teu pé, quando entrares na Casa de deus; e inclina-te mais a ouvir do que a oferecer sacrifícios de tolos, pois não sabem que fazem mal. (Ecl. 5. 1)-05/06/2016

 No Velho Testamento, havia uma reverência tremenda quando o povo se aproximava da Tenda da congregação... Só em se aproximar já havia reverência. O povo se apresentava com o coração contrito, pois sabia que o Senhor iria falar. E estava pronto para ouvir. Guardar o pé... Diz respeito à postura, o respeito, o modo como vamos nos apresentar ao Senhor, como vamos nos comportar no interior do Templo. Hoje, é comum, enquanto os trabalhos são realizados, observarmos pessoas andando, crianças correndo, brincadeiras de jogar papéis uns nos outros, conversas paralelas e o pior, ou melhor, para completar: Celulares tocando aqui e acolá, pessoas navegando nas redes sociais durante o culto... Sem contar as vestes, que são um verdadeiro carnaval, não se prima pela elegância da compostura cristã. Vez ou outra alguém chama a atenção, mas depois, vai deixando “rolar” até não sei quando. Aí eu pergunto: Em casa é do mesmo jeito? O comportamento, quando visitamos amigos é assim? Deixamos as coisas bagunçadas do mesmo jeito? Porque, o comportamento fora de casa demonstra o comportamento restrito ao lar. A igreja é uma extensão do lar ou o lar é uma extensão da igreja? Se igreja significa “chamados para fora”, quer dizer que é uma reunião de pessoas que têm  famílias distintas e, portanto, se reúnem para adorar a Deus, sendo então o lar uma extensão da igreja. Agora, imagine você convidado para uma entrevista de emprego: Qual o seu comportamento diante da situação ansiosamente esperada? Hummm? Certamente vai se cuidar, na roupa, no asseio corporal, a postura correta no falar, ouvir muito e falar pouco, chegar no horário estipulado, tudo com a máxima reverência possível. Isso tudo para se apresentar diante de um mortal que tem uma certa ascensão sobre você. E diante de um Juiz? Não prestamos também reverência? Nas duas situações sabemos nos apresentar e nos comportar com temor. E diante de Deus? Não sabe se comportar na presença do Senhor, Criador de todas as coisas, inclusive você? No Velho testamento, por muito menos, milhares de israelitas morreram no deserto por não saber entrar diante do Seu Deus. Caíram no deserto por murmurar diante do Senhor. Mas, como estamos na dispensação da graça, achamos que podemos agir de qualquer maneira. O nosso Deus não mudou de maneira alguma. Ele continua o mesmo, hoje e sempre eternamente, nós é que “achamos” que podemos fazer o que bem quisermos. Achamos que ao apontar o nosso nariz em determinada direção, é ali que devemos ir e estar. À medida que avançamos no tempo, perdemos um pouco da nossa intimidade e reverência para com o Senhor. A ciência, isto é, o conhecimento se multiplica e o amor se esfria cada vez mais (Mt 24.12). Estamos perdendo de vista aquilo que aprendemos com os apóstolos do Senhor. Parece vivermos noutros tempos, onde cada um faz do jeito que bem entender sem prestar contas a quem quer que seja, como no tempo dos Juízes: Cada período sem juiz, a decadência espiritual tomava conta do Arraial Israelita. Tomara Deus que as coisas mudem, senão cairemos na mesmice daqueles tempos ou então, sei lá... Do jeito que está não pode ficar.
Que o Senhor os abençoe abundantemente.

Amém!!!