sexta-feira, 24 de agosto de 2012

A enfermidade na vida do crente



Ás vezes, quando ficamos doentes, procuramos questionar o Senhor. Deus está no controle de tudo o que nos acontece, seja físico ou espiritual e, pela Sua soberania, concede-nos a cura ou não. O que precisamos aprender é glorificar o nome do Senhor em meio à enfermidade como fez Jó: Receberemos o bem de Deus e não receberíamos o mal? Em tudo isso não pecou Jó com seus lábios. Jó (Jó 2.10b). Os problemas que nos acometem são provocados por nós ou por outras pessoas como consequências de atos que praticamos ou elas praticam e somos coniventes. Qualquer provação que um crente enfrentar poderá, no final, glorificar a Deus, porque Ele pode fazer com que o resultado de qualquer situação má se torne uma benção (Gn 50.20 e Rm 8.28). 
“Muitos pensam que, por crerem em Deus, Ele os livra dos problemas. Assim, quando ocorrem as calamidades, questionam a bondade e justiça divinas. A fé em Deus não garante prosperidade pessoal, e a falta de fé não é sinônimo de problemas nessa vida. Se assim fosse, as pessoas creriam em Deus apenas para enriquecimento próprio. Deus é capaz de nos resgatar do sofrimento, mas pode também permitir que o sofrimento ocorra por motivos além da nossa compreensão. Se sempre soubermos o motivo de nossos sofrimentos, nossa fé não terá espaço para crescer. Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal.”
Amém

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Se bem fizeres, não haverá aceitação para ti? E, se não fizeres bem, o pecado jaz à porta, e para ti será o seu desejo, e sobre ele dominarás. (Gn 4.7


Às vezes, quando cometemos uma falha, procuramos uma desculpa à imitação de Adão. Adão podia recusar comer o fruto oferecido, mas, foi conivente. Aceitou participar do erro, da desobediência. E culpou a mulher.  É fácil culpar os outros para ofuscar a própria culpa. O erro começou aí. Deus sabe de tudo o que se passa em nosso intimo. Nada escapa do seu conhecimento. Até aqueles bem maquiados... Aparentemente Caim chegou a Deus com uma excelente oferta. E realmente foi. Mas, Deus conhece-nos por dentro da alma. Foi o que aconteceu com Caim. Ofertou com o coração longe da oferta. Isso Deus não aceita. Se vamos ofertar ao Senhor, o coração deve estar livre de quaisquer nódoas. Caim não ofereceu a pior oferta como dizem alguns. Eram as primícias do campo. Os primeiros frutos que ele cultivara. Só que... O coração não foi junto com a oferta.  Misturados à oferta foram a inveja, o ódio, a indiferença, o ar de superioridade...
Geralmente cometemos o mesmo erro. Geralmente agimos como Caim. Ofertamos com o coração carregado de magoas e ranhices e não nos sentimos bem diante do altar do sacrifício. Jesus disse: Ao ofertarmos, se tivermos algo contra um irmão, é melhor deixarmos a oferta no altar e irmos nos concertar com ele (Mt 5.23,24). Isso é bastante sério e tem muita gente brincando com isso. Deus não aceitou a oferta de Caim e ainda o aconselhou a mudar de direção. Ele sempre nos aconselha a escolher o melhor caminho. Maria escolheu a melhor parte: Estar aos pés do Mestre (Lc 10. 42b).
Os nossos desejos, as nossas manias, a nossa má índole devem ser colocados no armário e a chave deve ser jogada fora. Como é difícil não fazer nada errado...! Como é difícil não sucumbir à tentação...! O pecado nos espreita bem de perto. Ele é perigoso, cheio de nuances. Se vacilar... Ele enlaça. Deus falou a Caim “que o pecado jaz a porta”. Nós sabemos que temos de estar vigilantes o tempo todo. Não apenas alguns minutos. A palavra de Deus nos manda orar e vigiar. Nessa ordem.  Porque a vida não é do jeito que nós queremos. Ela não acontece como um passe de mágica. Ela é como o nosso Deus ordenou para nós. Se andarmos com diligencia obedecendo aos mandamentos que o Senhor deixou para seguirmos, com certeza Ele nos aceitará. Não foi o que disse a Caim? “Se bem fizeres, não haverá aceitação para ti?” (Gn 4. 7ª). O Senhor estava dizendo para Caim limpar o coração. Tirar dos pensamentos a inveja, a ira, o rancor e toda sorte de maus sentimentos. Se não fizesse assim, aconteceria o que aconteceu. Ele não sabia, mas Deus é Onisciente. Ele conhece o nosso deitar e o nosso levantar, por isso nossas escolhas têm de ser segundo a vontade do Senhor.
Mas, graças a Deus que nos dá vitoria em Cristo Jesus. O Espírito Santo nos constrange a abdicar dos nossos desejos, nosso querer e fazer exatamente a Sua vontade. O mundo não conhece isso. O mundo não aceita isso. Por isso andamos na contra-mão do mundo, sobre um fio de navalha. É difícil? É. Mas, só assim conseguiremos chegar ao céu de gozo. Só assim. Jesus nos espera de braços abertos para nos abraçar. Vamos deixar o nosso lado Caim morrer e viver o nosso lado Abel no coração de Deus. Amém?
O Senhor os abençoe abundantemente.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

"...Olhai os lírios do campo, como eles crescem; não trabalham e nem fiam." Mateus: 6.28



Às vezes as preocupações e as ansiedades, tiram os nossos olhos do alvo principal que é o Senhor Jesus Cristo. Por mais espirituais que sejamos, é praticamente impossível deixar de lado as preocupações. Oramos , jejuamos, estudamos a Palavra de Deus e não vigiamos. Olhai os lírios do campo, olhai as flores, olhai para... Cristo. O Senhor não se esquece de nenhum de nós: ’’Ainda que uma mãe se esqueça do seu filho, contudo Eu não me esquecerei de ti’’(Is. 49.15b).  É promessa de Deus.  Ele diz em Sua Palavra. Onde estão nossos ouvidos que não ouvem isso? E a nossa mente que não guarda? Estamos no mundo da lua o tempo todo? Ou Fingimos que somos filhos de Deus? Paciência e comedimento: como é difícil encontrar isso no meio cristão.
Quando estamos do lado de lá é mais fácil, somos superespeciais: damos conselhos, indicamos versículos bíblicos e coisa e tal. Quando estamos no centro do problema a coisa muda de figura: Arrancamos os cabelos da cabeça, nos desesperamos... Nada dá certo: Parece que temos duas mãos esquerdas. É nessa hora que joelho no chão resolve tudo. A oração incessante põe um basta nas preocupações. Cante um louvor, adore ao Senhor. Daí graças por estar vivo, pelas riquezas espirituais, pela família, pelo trabalho secular, pela falta de trabalho, pelo ar, pela comida, por tudo, enfim.
Nos desesperamos por não sabermos agradecer o que recebemos. Pedimos com veemência, insistimos...  Mas, quando a benção chega, aquele entusiasmo da petição desaparece, deixa de existir. ”Não fiqueis ansiosos por coisa alguma, antes, deixe todas as suas preocupações nas mãos do Senhor.” (Fl. 4.6,7...)
À seguir, 7 razões para não nos preocuparmos:
Mateus 6.25: Os detalhes da sua vida podem ser confiados ao mesmo Deus que criou você.
Mateus 6.26: Preocupar-se com o futuro prejudica os esforços que você está dedicando ao presente.
Mateus 6.27: Preocupar-se é mais prejudicial do que útil.
Mateus 6.28,29, 30: Deus não ignora aqueles que dependem Dele.
Mateus 6.31,32: A preocupação demonstra falta de fé e de entendimento a respeito de Deus.
Mateus 6.33: A preocupação nos impede de dar atenção aos verdadeiros desafios aos quais Deus deseja que nos dediquemos.
Mateus 6.34: Viver um dia de cada vez evita que sejamos consumidos pela preocupação.
Que o Senhor os abençoe abundantemente.
Amém!