O estado de viuvez significa abandono, desamparo, solidão...
Por isso, Deus em Sua palavra, deixou leis que amparassem os viúvos. Muitas
vezes eles ficam em situação difícil quando perdem o seu (sua) parceiro (a):
Tanto espiritual quanto material e até emocional e, por isso, carecem do apoio
incondicional das pessoas próximas: parentes ou irmãos em Cristo. A igreja local tem um papel significativo
diante dessa questão (pois a Bíblia assim ordena), com o amparo psicológico,
aconselhamentos... E ajuda financeira,
se for o caso. Por outro lado, uma pessoa nessas condições, se estiver
centralizada na Bíblia e uma família no centro da vontade do Senhor, encontra
refúgio e refrigério em Cristo Jesus. Dessa maneira consegue ultrapassar esses
instantes amparados pela graça do Senhor, pois Ele tem um cuidado especial para
com elas. Mesmo assim, precisam do apoio dos irmãos em Cristo. Já outros, sem
apoio da lei, veem-se em situação difícil. Paulo, em sua primeira epístola a Timóteo,
5.16 aconselha: “Se algum crente ou alguma crente tem viúvas, socorra-as, e não
sobrecarregue a igreja, para que se possam sustentar as que deveras são
viúvas”. Obs.: Na época da igreja primitiva, as viúvas não tinham pensão alimentícia,
seguro social, seguro de vida e havia ainda a dificuldade de trabalhos honrados
e, com isso, ficavam impossibilitadas de se sustentar. Por essa razão, Paulo dá
esse conselho à Timóteo. Amém.
Blog voltado para o público com desejo latente de servir com total desprendimento ao cordeiro imaculado e santo e a autoridade do Leão da Tribo de Judá
sábado, 1 de setembro de 2012
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Superando os traumas da violência social
Como superar um trauma violento? Como perdoar o autor do
ato? Será possível? A Bíblia mostra que sim. Jesus disse para perdoarmos os
nossos inimigos. Não importa o grau da violência desencadeada. É fácil? Não.
Não é. Mas, o verdadeiro cristão, aquele que carrega em seu corpo as marcas de
Cristo deve superar os ânimos de rancor e magoa e exercitar o dom do perdão. Se
sairmos dando pancadas em atos insanos de vingança, que testemunho estaremos
dando ao mundo? Que tipos de cristão seremos? “Eu estou convertido, mas, o meu
braço ainda não se converteu.” É assim? Toda essa violência não começou assim
por puro acaso. Ela teve inicio no começo da criação humana. Assim que foram
expulsos do Jardim, Adão e Eva tiveram filhos e filhas. Um dos seus filhos,
Caim, assassinou o irmão Abel por inveja e, depois desse episódio, a violência
assumiu proporções tal, que o Senhor resolveu destruir a terra com o dilúvio (Gn
6.7). Na atual conjuntura, vivemos dias iguais. Os tentáculos do governo não
conseguem alcançar e minimizar os índices de violência mais por falta de
vontade política do que por falta de verbas. Porque verba existe. E nós vivemos
numa ciranda interminável: Violência gera violência. Uma coisa puxa a outra. E,
nesse cenário, a igreja tem um papel preponderante na evangelização. Nós,
cristãos devemos arregaçar as mangas e partir para a guerra vestidos com a
armadura de Deus (Ef 6.13 -18). E o Senhor seja conosco.
Amém!
sábado, 25 de agosto de 2012
A morte para o verdadeiro cristão
A morte não é o fim. É o recomeço da comunhão
perdida no Jardim do Éden. Por essa razão, satanás procura tirar o crente da
presença do Senhor e, induzindo-o ao erro, fá-lo perder a salvação. Mas, se
permanecermos firmes até o fim, sabemos que nos aguarda a coroa da justiça,
pois, preciosa é à vista do Senhor a morte dos seus santos (2º Tm. 4.8 e Sl
116.15). Se a morte é consequência do pecado, ele não mais tem poder sobre nós,
pois estamos em Cristo. Se Ele ressuscitou, certamente que com Ele
ressuscitaremos. Deus, em sua infinita misericórdia, escolhe cuidadosamente o
momento em que seremos chamados à Sua presença. Portanto, não deve ser de nossa
parte uma obsessão excessiva em querer saber o momento de nossa partida ou o
dia do arrebatamento da igreja. O apóstolo Paulo, em sua carta aos filipenses
1.21-23, afirma: que o viver é Cristo, e o morrer é ganho, mas, se achava em
aperto, tendo desejo de partir e estar com Cristo, porque isto era ainda
melhor. Olha a visão de um verdadeiro crente: A morte para nós é uma vitória e
não uma derrota! A vida cessa aqui na terra, mas, continua uma linda existência
eterna com o nosso Senhor Jesus Cristo. Essa é a nossa esperança de fé: Como
crentes, podemos estar certos de que Deus não nos esquecerá quando morrermos.
Ele nos trará de volta à vida para que vivamos com Ele para sempre.
Amém.
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