sábado, 1 de setembro de 2012

As aflições da viuvez



O estado de viuvez significa abandono, desamparo, solidão... Por isso, Deus em Sua palavra, deixou leis que amparassem os viúvos. Muitas vezes eles ficam em situação difícil quando perdem o seu (sua) parceiro (a): Tanto espiritual quanto material e até emocional e, por isso, carecem do apoio incondicional das pessoas próximas: parentes ou irmãos em Cristo.  A igreja local tem um papel significativo diante dessa questão (pois a Bíblia assim ordena), com o amparo psicológico, aconselhamentos...  E ajuda financeira, se for o caso. Por outro lado, uma pessoa nessas condições, se estiver centralizada na Bíblia e uma família no centro da vontade do Senhor, encontra refúgio e refrigério em Cristo Jesus. Dessa maneira consegue ultrapassar esses instantes amparados pela graça do Senhor, pois Ele tem um cuidado especial para com elas. Mesmo assim, precisam do apoio dos irmãos em Cristo. Já outros, sem apoio da lei, veem-se em situação difícil. Paulo, em sua primeira epístola a Timóteo, 5.16 aconselha: “Se algum crente ou alguma crente tem viúvas, socorra-as, e não sobrecarregue a igreja, para que se possam sustentar as que deveras são viúvas”. Obs.: Na época da igreja primitiva, as viúvas não tinham pensão alimentícia, seguro social, seguro de vida e havia ainda a dificuldade de trabalhos honrados e, com isso, ficavam impossibilitadas de se sustentar. Por essa razão, Paulo dá esse conselho à Timóteo. Amém.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Superando os traumas da violência social



Como superar um trauma violento? Como perdoar o autor do ato? Será possível? A Bíblia mostra que sim. Jesus disse para perdoarmos os nossos inimigos. Não importa o grau da violência desencadeada. É fácil? Não. Não é. Mas, o verdadeiro cristão, aquele que carrega em seu corpo as marcas de Cristo deve superar os ânimos de rancor e magoa e exercitar o dom do perdão. Se sairmos dando pancadas em atos insanos de vingança, que testemunho estaremos dando ao mundo? Que tipos de cristão seremos? “Eu estou convertido, mas, o meu braço ainda não se converteu.” É assim? Toda essa violência não começou assim por puro acaso. Ela teve inicio no começo da criação humana. Assim que foram expulsos do Jardim, Adão e Eva tiveram filhos e filhas. Um dos seus filhos, Caim, assassinou o irmão Abel por inveja e, depois desse episódio, a violência assumiu proporções tal, que o Senhor resolveu destruir a terra com o dilúvio (Gn 6.7). Na atual conjuntura, vivemos dias iguais. Os tentáculos do governo não conseguem alcançar e minimizar os índices de violência mais por falta de vontade política do que por falta de verbas. Porque verba existe. E nós vivemos numa ciranda interminável: Violência gera violência. Uma coisa puxa a outra. E, nesse cenário, a igreja tem um papel preponderante na evangelização. Nós, cristãos devemos arregaçar as mangas e partir para a guerra vestidos com a armadura de Deus (Ef 6.13 -18). E o Senhor seja conosco.
Amém! 

sábado, 25 de agosto de 2012

A morte para o verdadeiro cristão



A morte não é o fim. É o recomeço da comunhão perdida no Jardim do Éden. Por essa razão, satanás procura tirar o crente da presença do Senhor e, induzindo-o ao erro, fá-lo perder a salvação. Mas, se permanecermos firmes até o fim, sabemos que nos aguarda a coroa da justiça, pois, preciosa é à vista do Senhor a morte dos seus santos (2º Tm. 4.8 e Sl 116.15). Se a morte é consequência do pecado, ele não mais tem poder sobre nós, pois estamos em Cristo. Se Ele ressuscitou, certamente que com Ele ressuscitaremos. Deus, em sua infinita misericórdia, escolhe cuidadosamente o momento em que seremos chamados à Sua presença. Portanto, não deve ser de nossa parte uma obsessão excessiva em querer saber o momento de nossa partida ou o dia do arrebatamento da igreja. O apóstolo Paulo, em sua carta aos filipenses 1.21-23, afirma: que o viver é Cristo, e o morrer é ganho, mas, se achava em aperto, tendo desejo de partir e estar com Cristo, porque isto era ainda melhor. Olha a visão de um verdadeiro crente: A morte para nós é uma vitória e não uma derrota! A vida cessa aqui na terra, mas, continua uma linda existência eterna com o nosso Senhor Jesus Cristo. Essa é a nossa esperança de fé: Como crentes, podemos estar certos de que Deus não nos esquecerá quando morrermos. Ele nos trará de volta à vida para que vivamos com Ele para sempre.
Amém.